SAMUEL BECKETT 100 ANOS

 SESC SANTANA COMEMORA

100 ANOS DE SAMUEL BECKETT
COM 15 PEÇAS E PALESTRAS


O projeto SAMUEL BECKETT 100 ANOS brinda o público com 15 montagens teatrais
e palestras sobre a obra e o universo do dramaturgo irlandês. O evento, que
acontece entre os dias 4 e 13 de abril, abre com a exibição da película Film (de
1965, com direção do próprio Beckett e Alan Sheneider), seguida de um debate com Gerald Thomas, Célia Berrettini, José Roberto Sadek e Luiz Fernando Ramos.


Entre as peças que passarão pelos palcos do SESC SANTANA, estão Fim de
Partida, com a Moira Cia Teatral, Molloy, com a Cia ÂnimaDois, Repertório Beckett,com a Companhia Nova de Teatro Moderno e participação especial Paulo César Pereio, que empresta sua voz em Aquela Voz e A Última
Gravação de Krapp, com Antônio Petrin e direção de Francisco Medeiros

O SESC SANTANA celebra o centenário de Samuel Beckett de 4 e 13 de abril (data exata em que o autor completaria 100 anos de vida) com o projeto SAMUEL BECKETT 100 ANOS. Com organização do diretor e pesquisador teatral Lenerson Polonini, o evento traz programação que reúne 15 peças, além de palestras com diretores e pesquisadores. Nomes como Gerald Thomas, Rubens Rusche, Célia Berrettini, Fábio de Souza Andrade, entre outros, abordam temas ligados ao universo beckettiano.  



Para o organizador do projeto realizado pelo SESC SANTANA, Lenerson Polonini, um admirador da obra Beckett e estudioso de sua obra há nove anos, “a programação apresenta um panorama completo sobre o autor. O espectador que for ao SESC saíra de lá sabendo e entendendo muita coisa sobre Samuel Beckett e sua obra”.

A abertura do evento, no dia 4 de abril, terça-feira, às 20 horas, começa com a exibição de Film (em vídeo), roteiro para cinema assinado pelo próprio Beckett e que será exibido com intervenções sonoras do músico Wilson Sukorski. O próprio músico explica o que fará: “Utilizando um contra-baixo diferente, inventado por mim, um gerador de áudio científico, um teremim (objeto sonoro) e walk talkies, produzo sons incidentais, brincando com conceitos espaciais e com o jogo de câmeras que existem no filme”. Após a exibição, acontece uma mesa redonda, mediada por Luiz Fernando Ramos (dramaturgo, encenador e Doutor em Artes pela USP), onde Gerald Thomas, diretor teatral, Célia Berrettini, professora emérita da USP, e José Roberto Sadek, roteirista de cinema e TV e atual secretário-adjunto da Cultura da Prefeitura de São Paulo, falam sobre um dos autores mais instigantes do século 20, sua obra e algumas características presentes em seu texto. “Quem não conhece muito sobre Beckett, terá uma aula. Além de contar com grandes estudiosos da obra do dramaturgo irlandês, também poderemos ter um relato sobre quem foi o autor. Para isso, ninguém melhor do que Gerald Thomas, que conviveu e trabalhou com Samuel Beckett”, conta Polonini.

Na programação, 15 peças do repertório de Samuel Beckett serão apresentadas. Destaque para o ator Antônio Petrin em A Última Gravação de Krapp (dia 12 de abril, quarta-feira, às 21 horas), com direção de Francisco Medeiros e figurinos e cenários de J.C. Serroni. A montagem foi escolhida pelo ator para comemorar seu 35 anos de carreira em 2000. Além disso, os grupos Moira Cia Teatral, Cia AnimaDois, Companhia Nova de Teatro Moderno (que apresenta 9 peças sob direção de Lenerson) e Comparsaria Teatro também apresentam textos do autor, como Molloy, Fim de Partida, Esperando Godot e Improviso em Ohio, entre outros. 

A professora emérita da ECA – USP e autora de um dos primeiros estudos sobre Samuel Beckett publicado no Brasil (A Linguagem de Beckett) Célia Berrettini também participa do evento fazendo palestra no dia 5 de abril, quarta. Rubens Rusche, diretor teatral e tradutor, e Fábio de Souza Andrade, colunista da Folha de São Paulo e professor de teoria literária da USP, também marcam presença na lista de palestrantes.


PROGRAMAÇÃO

Dia 4 de abril, terça-feira, às 20 horas - Teatro
ABERTURA – Exibição de filme e debate
Filme – Exibição de Film (1965 – Com um dos grandes nomes do cinema mudo, o ator Buster Keaton e direção de Alan Sheneider), roteiro concebido pelo próprio Samuel Beckett, inspirado na linguagem do cinema mudo. O músico e compositor Wilson Sukorski utiliza instrumentos inusitados como contra-baixo diferente dos usuais, inventado pelo próprio, um gerador de áudio científico, teremim e walk talkies, para sonorizar a fita.
Mesa Redonda – Com a mediação do dramaturgo e Doutor em artes pela USP, Luiz Fernando Ramos, o diretor teatral Gerald Thomas, Célia Berrettini, professora emérita da USP, e José Roberto Sadek, secretário-adjunto da Cultura da Prefeitura de São Paulo expõem seus pontos de vista sobre Samuel Beckett e sua obra.
Duração – 120 minutos
Ingresso Gratuito


Dia 5 de abril, quarta-feira, às 19 horas – Área de Convivência 2
PALESTRA COM CÉLIA BERRETTINI
Tema – Beckett: A trajetória de um autor múltiplo e complexo
Assunto –Célia Berrettini fala sobre a diversidade de gêneros e temas recorrentes na obra de Samuel Beckett, além de comentar sobre as peças radiofônicas e televisivas que o dramaturgo escreveu.

Célia Berrettini – Professora titular e emérita da ECA-USP, autora de vários livros sobre teatro, tradutora, ensaísta e conferencista no Brasil e exterior.Seu livro mais recente é Samuel Beckett, um escritor plural, publicado pela editora Perspectiva, que publicou também em 1977, A Linguagem de Beckett, primeiro livro sobre o autor no Brasil.
Duração – 120 minutos
Ingresso Gratuito


Dia 5 de abril, quarta-feira, às 21 horas - Teatro
TEATRO – FIM DE PARTIDA
Com Moira Cia Teatral
Sinopse – Tudo em Fim de Partida está se acabando, até as personagens, às voltas com a tarefa de acabar de existir, em meio a jogos sem sentido que progridem apenas pelo medo do vazio. Hamm é cego e paralítico; Clov não pode sentar-se. O primeiro, ordena; o segundo, obedece.  Nagg e Nell, pais de Hamm, são lembranças do passado, dois mutilados jogados na lata do lixo. A rotina custa a preencher o tempo da espera, completamente desprovida de esperança.

Tradução – Fábio de Souza Andrade
Direção, concepção do espaço e iluminação – René Piazentin
Elenco – Mário Zanca (Hamm), Natália Grisi (Clov), Vanja Poty (Nagg) e Perla Frenda (Nell)
Duração – 85 minutos
Ingresso – R$ 8,00, R$ 6,00 (usuário matriculado), R$ 4,00 (estudantes e maiores de 60 anos), R$ 2,00 (trabalhador do comércio e serviços matriculados e dependentes)


Dia 6 de abril, quinta-feira, às 19 horas – Área de Convivência 2
PALESTRA COM RUBENS RUSCHE
Tema – As peças de Beckett para a TV
Assunto – Análise de cinco peças de Beckett escritas para a TV - Não é Joe?(1965), Trio do Fantasma (1975), ...Que nuvens... (1976), Quad (1982), Nacht und Traüme,(1982). Logo após, será exibido (em vídeo) um trecho da peça Trio do Fantasma, com direção de Donald Mcwhinne e supervisão de Samuel Beckett.
Rubens Rusche – O diretor teatral e tradutor, que iniciou seus estudos sobre a obra de Samuel Beckett em 1983, já recebeu o prêmio da APCA de melhor diretor de 1996 pela peça Fim de Jogo. Rubens é responsável pela organização de diversos cursos e palestras sobre a obra do dramaturgo Samuel Beckett e organizou o evento Beckett 90 anos (1996) no Centro Cultural São Paulo. Como diretor, trabalhou, entre outras, nas peças Kaspar, Barca dos Mortos e Beckettiana #3.
Duração – 120 minutos
Ingresso Gratuito


Dia 6 de abril, quinta-feira, às 21 horas – Teatro
TEATRO – MOLLOY
Com Cia ÂnimaDois
Sinopse - Espetáculo solo inspirado no romance Molloy, escrito por Samuel Beckett em 1951. A peça não tem texto e se inspira nos temas centrais abordados pelo dramaturgo no original: a miséria e a solidão humana. Como no texto de Fim de Jogo, o personagem é um homem que, apesar dos avanços tecnológicos , também se revela frágil, tal como um boneco.

Roteiro, direção, confecção do boneco, máscara, manipulação, iluminação e interpretação solo – Alexandre D’Angeli
Duração – 60 minutos
Ingresso gratuito


Dia 7 de abril, sexta-feira, às 21 horas – Teatro
TEATRO – REPERTÓRIO BECKETT (Coletânea com 4 peças de Beckett – Atos sem Palavras 1, Atos sem Palavras 2, Aquela Voz e Vaivém)
Com Cia Nova de Teatro 
Sinopse – Ato sem Palavras 1- Escrita em francês em 1956, com música de John Beckett, primo do autor, tem como tema a solidão. Um homem é lançado a contragosto no deserto, levanta-se e põe-se a refletir. Uma força antagônica leva-o a sair daquele ambiente, mas ele é lançado no mesmo lugar novamente repetidas vezes. Objetos (corda, tesoura, cubos, água), surgem e desaparecem misteriosamente. Ato sem Palavras 2 – Escrita segundo Beckett, mais ou menos na mesma época que Ato sem Palavras 1 (1956), foi traduzida do francês pelo autor em 1959. No palco, dois homens, A e B, dentro de sacos, sobre uma plataforma incômoda e muito iluminada. Ao serem despertados por aguilhões, executam uma série de ações. Aquela Vez – Escrita em inglês, em 1974/75, mostra em cena apenas o rosto de um homem velho, e com uma respiração rouca. Três vozes vindas do escuro relembram momentos distintos de sua vida, intercalando-se e alternando-se. Vaivém – Obra escrita em 1965 questiona a relação humana através de três mulheres e três segredos. As personagens permanecem presas em suas memórias, onde não há um tempo ou espaço determinado.

Direção, Iluminação e Objetos Cênicos – Lenerson Polonini
Elenco – Sergio Portella, André Arruda, Carina Casucelli, Ana Paula Bueno, Sueli de Souza
Participação Especial em voz em Aquela Voz – Paulo César Pereio
Trilha Sonora – Danilo Tomic
Duração – 75 minutos
Ingresso – R$ 8,00, R$ 6,00 (usuário matriculado), R$ 4,00 (estudantes e maiores de 60 anos), R$ 2,00 (trabalhador do comércio e serviços matriculados e dependentes)


Dia 8 de abril, sábado, às 20 horas – Teatro
TEATRO COMENTADO – REPERTÓRIO BECKETT 2 (Coletânea com 3 peças de Beckett – Eu Não, Improviso de Ohio e Catástrofe)
Com Cia Nova de Teatro – Comentários de Luiz Fernando Ramos
Sinopse – Eu Não – Uma boca que fala compulsivamente referindo-se à sua vida, embora afirme que não está falando sobre si mesma. Além disso, em cena, um ouvinte misterioso fica estático na penumbra, reage ao que ouve com gestos imperceptíveis. Improviso de Ohio – Escrito em inglês, em 1980 para o Samuel Beckett Symposium e para as celebrações do 75º aniversário do autor, na Ohio State University, em Columbus. A primeira apresentação foi encenada por Alan Schneider, com David Warrilou e Ronald Meitchell. Um homem (L), leitor, lê para outro, (O) ouvinte, um romance fragmentado contando-lhe como um ente querido enviou um mensageiro que lê para ele um livro: obviamente este livro é a mensagem, ou seja a própria história da vida do ouvinte, provocando neste último a consciência de uma vida fracassada. Catástrofe – A ação da peça acontece em um teatro. D é um diretor de teatro autoritário e A é a sua humilde e obediente assistente. Lucas é o iluminador que se mantém nas sombras. P é o protagonista da peça que permanece silencioso e imóvel e serve como um boneco para os desejos do diretor. Escrita em 1982, em defesa dos direitos humanos, esse texto retrata a subjetividade e a servidão na arte.

Palestra – Logo após os espetáculos, Luiz Fernando Ramos fala sobre a importância da rubrica como poética de cena, baseando-se em seu último livro, O Parto de Godot.
Luiz Fernando Ramos – Dramaturgo e encenador, roteirista e diretor de documentários, é Doutor em Artes pela USP, autor de diversos livros; ministra a disciplina História e Teoria do Teatro. 

Direção, Iluminação e Objetos Cênicos – Lenerson Polonini
Elenco – Carina Casuscelli, Sergio Portella, André Arruda e Eduardo Brisa
Figurinos e Maquiagem – Carina Casuscelli
Trilha Sonora – Danilo Tomic
Duração (espetáculo e palestra) – 110 minutos
Ingresso – R$ 8,00, R$ 6,00 (usuário matriculado), R$ 4,00 (estudantes e maiores de 60 anos), R$ 2,00 (trabalhador do comércio e serviços matriculados e dependentes)


Dia 9 de abril, domingo, às 19 horas – Teatro
TEATRO – REPERTÓRIO BECKETT 3 (Coletânea com 2 peças de Beckett – Esperando Godot e Respiração)
Com Cia Nova de Teatro 
Sinopse – Esperando Godot – Escrito em francês, no ano de 1949, o texto revolucionário da dramaturgia ocidental do século XX se passa em um cenário inóspito, onde Vladimir e Estragão esperam Godot, com quem teriam marcado um encontro. Enquanto esperam, os dois discutem, de maneira metafórica, a condição humana. Respiração – Escrita em inglês, por volta de 1966. O texto foi escrito (e posto de lado) e apenas sendo enviado para New York (diz-se que nas costas de um cartão postal ilustrado), em resposta ao pedido de Kenneth Tynan, para a revista Oh! Calcutá. A primeira apresentação ocorreu em 16 de junho de 1969, no Eden Theather, em New York. Esta é a obra mais comprimida de Beckett, durando aproximadamente meio minuto do inicio ao fim. A vida é sintetizada em um intervalo de uma luz turva entre dois gritos e duas escuridões.

Direção, Iluminação e Objetos Cênicos – Lenerson Polonini
Elenco – André Arruda, Fabia Pierangeli, Eduardo Brisa, Ana Paula Bueno, Sueli de Souza
Trilha Sonora – Wilson Sukorski
Duração – 120 minutos
Ingresso – R$ 8,00, R$ 6,00 (usuário matriculado), R$ 4,00 (estudantes e maiores de 60 anos), R$ 2,00 (trabalhador do comércio e serviços matriculados e dependentes)


Dia 12 de abril, quarta-feira, às 19 horas – Área de Convivência 2
PALESTRA COM FÁBIO DE SOUZA ANDRADE
Tema – A Ficção na Obra de Beckett
Assunto – O livro O Silêncio Possível, do próprio Fábio de Souza Andrade, serve de base para palestra onde a trilogia do pós-guerra, que inclui as peças Molloy, Malone Morre e O Inominável, será analisada. Além disso, o palestrante também comenta sobre a tradução das peças Fim de Partida e Esperando Godot.

Fábio de Souza Andrade – É professor de Teoria Literária na USP, colunista do jornal Folha de São Paulo, autor de Samuel Beckett: O Silêncio Possível (São Paulo: Ateliê, 2001), entre outros. De Beckett, traduziu os textos Fim de Partida (São Paulo: Cosacnaify, 2002) e Esperando Godot (São Paulo: Cosacnaify, 2005).

Duração – 120 minutos
Ingresso gratuito


Dia 12 de abril, quarta-feira, às 21 horas – Teatro
TEATRO – A ÚLTIMA GRAVAÇÃO DE KRAPP
Com Antônio Petrin
Sinopse – Um dos textos mais representativos de Samuel Beckett, A Última Gravação de Krapp foi escolhido pelo ator Antônio Petrin para comemorar seus 35 anos de carreira. Com tradução de Maria Adelaide Amaral, direção de Francisco Medeiros e cenários e figurinos de JC Serroni, a montagem traz Petrin interpretando Krapp, um homem de idade avançada que ouve seus registros feitos há 30 anos. Compara-se o homem maduro, capaz de sentir emoções e de construir sonhos, com uma ruína impotente, curtida na bebida e endurecida de ceticismo. 

Direção – Francisco Medeiros
Ator – Antônio Petrin
Tradução – Maria Adelaide Amaral
Cenografia e figurinos – JC Serroni
Desenho de Luz – Wagner Freire
Duração – 60 minutos
Ingresso – R$ 8,00, R$ 6,00 (usuário matriculado), R$ 4,00 (estudantes e maiores de 60 anos), R$ 2,00 (trabalhador do comércio e serviços matriculados e dependentes)


Dia 13 de abril, quinta-feira, às 20 horas – Teatro
TEATRO COMENTADO – RUMORES
Com Comparsaria Teatro – Comentários de Fernando Faria
Sinopse – Adaptação livre de peças de Samuel Beckett. Rough for Theatre I, aborda a tentativa de comunicação entre dois seres decrépitos, um cego e um deficiente físico, a partir de suas limitações físicas. A segunda, Play, mostra três personagens (o marido, a esposa e a amante, pelo que deduz o diretor), que relatam suas desavenças amorosas, em uma frustrada busca por comunicação. Sons e silêncios, respirações ofegantes e estranhas fusões do passado e do presente são alguns elementos que compõem a montagem. Entre as duas peças há um fragmento teatral, a partir da peça Not I, de Beckett, escrita em 1972.

Palestra – Baseado nas peças que foram apresentadas e no trabalho de pesquisa na Comparsaria Teatro, o diretor teatral Fernando Faria fala sobre a musicalidade presente nos textos de Samuel Beckett.
Fernando Faria – Ator, diretor teatral e arte-educador, Fernando formou-se como Bacharel em Artes Cênicas, pela Universidade Estadual de Campinas. Fez mestrado na ECA-USP, onde apresentou  dissertação com o tema O movimento pendular: a música como eixo de encenação no teatro de Beckett. Trabalhou com diretores teatrais como Luiz Otávio Burnier (LUME), Marcio Aurelio e Antonio Araújo, entre outros. Dirigiu espetáculos teatrais como Fragmentos Humanos, Insensíveis e Crucians - Vida em Tormento.

Diretor – Fernando Faria
Elenco – Priscila Herrerias, Rosana Damas, Fernando Faria, Márcio Santos e Zuca Zenker.
Cenários, adereços e sonoplastia – Comparsaria Teatro
Duração – 120 minutos
Ingresso Gratuito

Para Roteiro
SAMUEL BECKETT 100 ANOS – Programação com palestras e peças teatrais. De 4 a 13 de abril. Locais – Teatro (Capacidade - 349 lugares) e Área de Convivência 2 (Capacidade 50 lugares)

SESC SANTANA – Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Santana. Fone: (11) 6971-8700. Bilheteria – Em todas as unidades do SESC, de terça a sexta-feira das 13 às 21 horas e sábados, domingos e feriados das 9 às 17 horas. Aceita dinheiro, cheque e cartão de crédito Visa, MasterCard e Amex. Ar condicionado. Acesso para deficientes físicos. Estacionamento no próprio Sesc – R$ 7,00 pelo período de 1 hora + R$1,00 por hora adicional (usuário do SESC com carteirinha paga R$3,50 pelo período de 1 hora + R$0,50 por hora adicional). www.sescsp.org.br
(Vanessa Fontes – Março de 2006)

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