Críticas e mídia

 

Sobre os trabalhos anteriores da Companhia Nova de Teatro

 

                                                                 

“Mundo obscuro de Poe é materializado no palco” (Gabriela Mellão, Folha de São Paulo. Dezembro de 2011).

 

 

“...A Cripta de Poe materializa imaginação com tecnologia...” (Thiago Mariano - Diário do Grande ABC). 30 de dez 2011.

 

 

 

“...Penso que como espectador presenciei um momento único, o encontro de uma pesquisa estética que dura já quase dez anos, empreendida por Lenerson Polonini à frente da Cia. Nova de Teatro, com montagens de Beckett, Joyce, Heiner Muller, amparadas pela teatralidade de Meyerhold e os atores marionetes de Gordon Craig, com um texto que está em perfeita sintonia com esta estética....”  ( Doutor Faustus Liga a Luz - Francisco Taunay- Site Opinião e Noticia, 13/03/2009).

 

 “....E o que estamos tendo a rara chance de usufruir neste DOUTOR FAUSTUS LIGA A LUZ é a fusão perfeita da perseguida cena multimídia....”Doutor Faustus, na incendiária leitura multimídia da Cia Nova do Teatro, vem para provocar mil exegeses dos intelectuais e dos especialistas.. Para nós, ficou como uma inteligente e bem executada opereta bufa para espíritos joviais...”

 

 

 “....O jovem diretor Lenerson Polonini chamou a atenção do público e da crítica quando começou a trabalhar à frente da Cia. Nova de Teatro. O olhar peculiar de Polonini é evidente tanto pela dramaturgia quanto pelas suas concepções de encenador....” (‘Heiner Müller em Repertório” -Guilherme Conte- O Estado de São Paulo -30/junho/2011).

 

 

"...O ator Pereio, que dá à montagem o tom antropofágico de um ambiente carnavalisticamente brasileiro. A imagem performática é incandescente. O texto de Gertrude Stein é repleto de significados, pois embora pareça um jogo com os sons das palavras, a escritora já havia dito que fazia jogar e rimar não sons, mas os significados de palavras...”"( Doctor Faustus Liga a Luz - Juan Velásquez - Gazeta Mercantil,  04/ 30/2009)

 

 

“...Das ruas de São Paulo para o teatro "Attis", Brasileiros falam da crise grega. O diretor Lenerson Polonini e atores da Companhia Nova de Teatro, nos mostra impressões sobre os acontecimentos recentes no Brasil, não só sobre a crise vivida pela Grécia e Brasil, mas também para a miséria humana global. Neste contexto, Kassandra se transforma em um jovem das favelas brasileiras...”( Versão Impressa AFP, julho 1, 2013 - Ioannas Kleftogianni – ENET.GR Newspaper).

 

 

 

"...Ciclo Heiner Muller, apresentado por Lenerson na Mostra de Artes do SESC SP em 2007, foi um dos momentos nobres da dramaturgia proposta para o evento. Estou certo que, nessa edição do Projeto no SESC Campinas, o público terá uma nova chance de dimensionar a riqueza de sua obra e a genialidade expressa em sua narrativa literária..." (Danilo Santos de Miranda – Diretor Regional do SESC São Paulo). Abril de 2008. Sesc Campinas.

 

 

 

“...O elenco, composto pelos dançarinos/atores da Companhia Nova de Teatro, realiza a revelação que Heiner Müller vê através do Tanztheater de Pina Bausch. O suporte do corpo expressivo dá nova dimensão à máquina da fala de Müller através do gesto estendido e do espaço ocupado pelo movimento..."

 

 

“...Na encenação das peças Medeamaterial (1982), Hamletmaschine ((1977) e Descrição de Imagem  (1984) o encenador Lenerson Poloniini, que assina a direção do espetáculo em cartaz no SESC- Pinheiros parte do conceito de material. O texto deixa de ter a supremacia exigida no palco tradicional, oferecendo-se como dialética poética do fragmento..." 

 

 

-“A peça Heiner Müller em Repertório, da Cia. Nova de Teatro,  compõe – a partir de fragmentos da obra de um dos maiores dramaturgos do século XX – um caleidoscópio engenhoso do fracasso humano. Afirmar que o espetáculo é multimídia, que diversas tecnologias tecem o turbilhão, não é suficiente, porque o ponto alto da montagem ocorre quando o corpo, só e silencioso, domina a cena. Quando a obra de Heiner Müller (1929-1995) reverbera para além da palavra falada. Aliás, a palavra e a imagem surgem no espetáculo como uma grande máquina capaz de atordoar tudo e todos..."( Revista Mais Revista Cultura, por Rudinei Borges, Julho de 2011)

 

 

 

 

 

 

 

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